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7 dicas de segurança para condomínios

ago 16, 2019 | Condomínios, Portaria Remota, Segurança

7 dicas de segurança para condomínios

Há bem poucos anos, via-se nos noticiários e na internet uma quantidade preocupante de relatos sobre invasões a condomínios residenciais. Eram os chamados arrastões.

Felizmente essa onda, desde 2017, vem perdendo força. E os condomínios, hoje, podem ser considerados locais razoavelmente seguros para se viver.

Todos nós, evidentemente, queremos viver em segurança. Desejamos poder andar com tranquilidade nas ruas, em qualquer horário e lugar.

Em nossas residências, então, local de repouso e bem-estar, onde estamos com as pessoas queridas, a segurança se torna um fator ainda mais desejado.

Assim, grande quantidade de pessoas opta por morar em condomínios, sejam verticais ou horizontais, considerando que sejam locais mais seguros para se viver.

Entretanto, se as ações de promoção de segurança nos condomínios não forem executadas com eficiência, a segurança do local, por mais que possa parecer o contrário, está deficiente. E os bandidos estão sempre atentos. Em caso de vulnerabilidade, eles agem.

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Observação: aqui, na seção de artigos da Interport, você se atualiza de forma clara e objetiva sobre os melhores e mais avançados recursos de segurança para condomínios residenciais e empresariais, verticais e horizontais.

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Seu condomínio é seguro?

Muitas pessoas, pelo fato de morarem em condomínios, supõem-se protegidas, acreditando que a administração do local evidentemente é competente nessa questão, adotando todos os procedimentos necessários para garantir a segurança do perímetro contra invasões e atos delinquentes.

Entretanto, essa sensação pode ser ilusória. Mesmo com a utilização de recursos eletrônicos e humanos, condomínios têm sofrido invasões e são vítimas de outros tipos de atos bandidagem.

Na maioria são casos que, a princípio, poderiam ser evitados com a adoção das medidas de segurança corretas.

outros tipos de atos bandidagem.

Na maioria são casos que, a princípio, poderiam ser evitados com a adoção das medidas de segurança corretas.

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Na primeira metade desta década, a cidade de São Paulo passou a ser chamada no setor de segurança como a “capital do arrastão”.

Isso porque, na época, esse tipo de ação era particularmente mais recorrente na cidade do que no resto do país (que também apresentava índices relativamente altos desse tipo de ocorrência).

Quadrilhas fortemente armadas chegavam em condomínios e agiam explicitamente. Rendiam os funcionários que controlavam algum acesso — principalmente garagens de condomínios verticais — e, uma vez dentro do local, levavam o que podiam dos apartamentos ou casas.

A situação hoje mudou, e essa modalidade de invasão decresceu. A partir de 2018, os estudos passam a apontar, entre outros diferenciais, que a maioria (90%) das invasões estão sendo feitas pela entrada da frente dos condomínios e sem ameaça armada imediata.

Esses bandidos, ao invés de chegarem ao local com armas em punho, apresentam-se geralmente disfarçados, muitas vezes bem-vestidos, procurando se passar por outra pessoa, um familiar que acabou de chegar na cidade, um interessado em alugar uma das unidades, dizendo-se técnico de telecomunicações etc.

A estratégia de ação também é outra. Como entram em pequeno número, às vezes sozinhos, esses bandidos invadem geralmente um apartamento específico, sobre o qual, conclui-se, já tenham informações (principalmente sobre o período de ausência do morador). E deixam o local carregando a mesma mochila ou mala com a qual entraram, porém agora carregando objetos de valou ou dinheiro.

A tecnologia e as falhas humanas

A tecnologia é um aspecto cada vez mais importante para promover a segurança. Porém, por mais que um condomínio possua o melhor e mais moderno sistema eletrônico do mundo, diante de uma falha humana o local torna-se vulnerável.

E, de fato, grande parte dos casos recentes mostra que os delitos ocorrem principalmente a partir de uma falha humana. Os bandidos não precisam entrar portando armas de alto calibre. Identificam esses pontos de falha e se aproveitam dela.

Considerando, portanto, que a proteção de um condomínio se dá por dois pontos principais: o tecnológico e o humano, apresentamos abaixo dicas de segurança que contemplem esses dois aspectos.

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1. Utilize segurança eletrônica

7 dicas de segurança para condomínios

Com os avanços da tecnologia, os ganhos em eficiência, precisão e desempenho dos dispositivos de segurança eletrônica têm sido surpreendentes nos últimos anos. Já foi-se o tempo em que, quando se falava em segurança eletrônica, pensava-se apenas em senhas de acesso restrito e alarmes acionados no momento de uma invasão.

Hoje em dia, inúmeros dispositivos estão à disposição em um projeto de segurança eletrônica e monitoramento. São câmeras operantes 24 horas, sistemas de alarme sofisiticados e integrados a centrais de monitoramento (também ativas 24 horas), sensores variados para detecção de movimento e/ou presença, dispositivos de identificação por biometria para controle de acesso etc.

Além das vantagens oferecidas pelo alto desempenho tecnológico, o uso de segurança eletrônica é hoje praticamente indispensável, já que sabemos a quantidade de delitos que ocorrem por falhas humanas.

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2. Desenvolva e incentive a cultura de segurança em seu condomínio

De nada adianta os mais avançados equipamentos em segurança eletrônica e uma equipe de funcionários treinada se os próprios moradores desrespeitam os protocolos de segurança.

Portanto, é imprescindível que os condôminos estejam conscientes das regras que devem seguir para promover a própria segurança. Para isso, além de reuniões de orientação e campanhas internas de comunicação, multas podem ser aplicadas em casos específicos.

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3. Controle a entrada e saída de pessoas

7 dicas de segurança para condomínios

Atualmente a maior parte das invasões em condomínios não se dá por invasões armadas ou furtivas (que burlem o sistema de segurança eletrônica). Elas se dão principalmente pelo local de acesso principal.

Para isso, os invasores apostam em eventuais erros humanos e em possíveis falhas do sistema de controle de acesso.

Um erro comum que pode ser apontado facilmente é no momento em que um morador sai do condomínio e, no portão de acesso, encontra alguém desconhecido que queira entrar. Muitas vezes, o morador, por uma questão de educação (e orientando-se por sua avaliação pessoal sobre o desconhecido), deixa essa pessoa entrar, visto que barrá-la poderia soar inapropriado.

No caso acima, protocolos de segurança e o uso de eclusas, além de outros recursos que podem ser

sugeridos pela empresa de segurança eletrônica, podem facilmente resolver a questão.

Uma boa solução para o controle de entradas e saídas é a implantação de uma Portaria Remota (saiba mais aqui e aqui). Essa solução, porém, pode trazer mais problemas do que soluções caso a empresa fornecedora não seja competente e resposável. Por isso pesquise bastante antes de contratar uma.

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4. Contrate profissionais especializados

Na hora de contratar alguém para integrar a equipe de funcionários do condomínio, indicações, articulação e boa apresentação pessoal são apostas erradas.

O que mais é necessário é a devida capacitação do profissional. Verifique atentamente as referências indicadas, o currículo e a capacitação do candidato.

Na dúvida, proponha uma período de teste para avaliação prévia à contratação.

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5. Estabeleça normas e protocolos internos

Prepare tanto funcionários como condôminos para procedimentos protocolares em questões de segurança. As normas buscam eliminar avaliações pessoais, que podem se mostrar erradas e acabar permitindo a entrada de um bandido.

Assim, informe claramente a todos sobre as normas a serem seguidas e, também, quanto a seus objetivos. Todos precisam saber do valor das medidas preventivas e corretivas de segurança para as levarem a sério.

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6. Mantenha os equipamentos de segurança atualizados

Quando falamos em sistemas eficazes de segurança eletrônica, temos que levar em consideração não apenas a instalação inicial do projeto, mas também a manutenção dos dispositivos, além da verificação sobre novidades tecnológicas.

Se pensarmos em específico quanto à manutenção, o mau funcionamento de um equipamento pode ser comunicado a um bandido por alguém de dentro do condomínio. E o bandido, ciente do defeito, pode aproveitá-lo para invadir o local.

Quanto à tecnologia, diante dos saltos tecnológicos atuais, e sabendo-se que empresas em todo o mundo sempre estão apresentando novidades no setor, o acompanhamento do lançamento de novas soluções também é importante. Talvez amanhã mesmo seja disponibilizado no mercado uma solução em segurança eletrônica que seja ideial para seu condomínio.

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7. Tenha um projeto de segurança eletrônica específico para seu condomínio

7 dicas de segurança para condomínios

Diante da concorrência feroz no mercado de segurança, algumas empresas oferecem pacotes de soluções prontas, com preços chamativos e descontos promocionais que podem parecer imperdíveis.

Mas, se esse pacote não for de fato adequado, seu condomínio, ao invés de economizar, estará jogando dinheiro fora. Todo projeto de segurança eletrônica deve ser desenvolvido especificamente para cada local, para cada necessidade de proteção.

Muitos condomínos encontram-se vulneráveis a invasões em decorrência de possuírem um sistema de segurança genérico instalado no local.

Ao contratar uma empresa fornecedera de soluções em segurança eletrônica, não tenha dúvida: se chegarem sem apresentar um projeto específico para suas necessidades, descarte.


Aqui, na seção blog da Interport, você encontra artigos com dicas práticas e objetivas sobre segurança em condomínios, além de outros assuntos pertinentes.

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